A história da cadela Branca, figura emblemática da Casa dos Rosas, está em destaque na mostra “Branca: a Dona da Casa”, inaugurada na manhã desta quinta-feira (20). A exposição resgata memórias e relatos sobre a mascote, que viveu no espaço desde antes do restauro do prédio em 2016. A iniciativa é realizada pela equipe do Museu Municipal Hugo Simões Lagranha, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e da Secretaria do Bem-Estar Animal.
Branca era presença constante na região central de Canoas, especialmente nas proximidades da antiga estação de trem e da Casa dos Rosas, ponto turístico do município. Cuidada pela comunidade que frequentava o museu, ela se destacou em um período de redução no número de animais em situação de rua na área.
A mostra propõe uma experiência interativa, permitindo que visitantes deixem recordações e depoimentos sobre a cadela e outros animais de estimação. A exposição conta com um ensaio fotográfico de Rodrigo Silveira, um curta-metragem editado por Wender Zanon e textos produzidos por Filipe Smidt Nunes, elaborados pela equipe do Museu Municipal.
“Branca se tornou nossa colega de trabalho e acompanhou todo o processo de instalação do museu. Muitas pessoas vinham ao espaço especialmente para visitá-la”, relembra Airan Milititsky Aguiar, chefe da Unidade de Museu e Arquivo Histórico.
A secretária do Bem-Estar Animal, Paula Lopes, destaca a relevância do vínculo entre a comunidade e os cães de rua. “Conhecer a história da Branca reforça a importância dos cães comunitários. Foram 15 anos de cuidado coletivo, o que mostra como essa relação foi significativa”, comenta.
A Casa dos Rosas, onde a mostra acontece, foi construída no início dos anos 1900 no estilo “chalé de chácara”, com telhas francesas e adornos lambrequins. É a construção mais antiga da cidade e atualmente abriga o Museu Municipal Hugo Simões Lagranha.
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