Para proteger a cidade de cheias, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Obras, executa a limpeza e dragagem sistemática dos canais, que conduzem as águas de chuva até às Casas de Bombas. O trabalho é contínuo e requer ainda outros investimentos, como reparos e melhorias em equipamentos que formam o Sistema de Proteção a Cheias.
Limpeza
Desde o início do mês de janeiro, foram dragadas a calha de concreto da Curitiba, onde se localizam as Casas de Bombas 6, 7 e 8, no bairro Mathias Velho (2.700 metros); o canal do dique Gravataí (800 metros), no Bairro Niterói, onde se localizam as Casas se Bombas 1 e 2; e o canal do dique Rio Branco, no Bairro Mato Grande (670 metros), onde se localizam as Casas de Bombas 3 e 4.
Atualmente, está sendo drenado um trecho do arroio Araçá, a partir da Casa de Bombas 4.
“Essas ações são perenes e garantem a segurança do escoamento de água até as casas de bombas”, relata o secretário de Obras, Sérgio Giuno. Toda a limpeza nas valas da cidade é programada e planejada, sistematicamente, em prevenção a cheias.
Melhorias
Desde janeiro, também, além de uma constante manutenção eletromecânica, foram realizadas as seguintes melhorias:
Na Casa de Bombas 1, foi construída uma nova cobertura para proteger o trabalho de retirada de entulhos das grades e instalada nova iluminação, por refletores, para melhorar o trabalho noturno.
Nas Casas de Bombas 1, 2, 3 e 6, foram substituídas as tubulações de 1,2m de diâmetro, por onde as águas são recalcadas para o outro lado dos diques. Foram trocadas as comportas de gravidade das Casas 1, 2 e 6. Foram executadas linhas elétricas que permitem dupla opção de energização nas Casas 6 e 7, além da colocação de para-raios.
Sistema de Proteção a Cheias
Canoas possui um Sistema de Proteção a Cheias composto por canais de macrodrenagem, através dos quais a água da chuva é escoada. Sete Casas de Bombas, protegidas por diques, fazem parte desse sistema.
Em dias de muita chuva, para evitar alagamentos, a água é puxada pela força das bombas para o lado externo dos diques, acabando com o acúmulo de água em pontos da cidade.
O esgoto misto que se forma nas valas propicia o desenvolvimento de aguapés e gera um lodo que vai para o fundo dos canais. Somado à grande quantidade de lixo jogada nos locais pela população, o acúmulo dificulta o fluxo normal das águas, muitas vezes causando obstruções nas Casas de Bombas. Esses fatos podem ocasionar sérios problemas de alagamentos em vários pontos da cidade.
“Alagamentos pontuais acontecem, quando a chuva é demasiada. O que não vai acontecer, após esse trabalho de limpeza e recuperação, é o alagamento por qualquer chuva que venha a cair em nosso município”, destaca o secretário Sérgio Giugno.
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