Canoas recebeu, durante o fim de semana, a segunda rodada da pesquisa que está construindo um prognóstico da infecção causada pelo novo coronavírus, nas nove cidades mais populosas do estado. Importante meio para construção de políticas públicas para o enfrentamento da pandemia, o estudo está sendo realizado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), em parceria com a Unisinos, a Universidade La Salle, Governo do Estado e o Ministério da Saúde e percorreu diversos bairros da cidade, durante os dias. A intenção é testar, em cada rodada, 500 moradores de cada cidade e ter um panorama real de como a infecção está se comportando no Rio Grande do Sul.
Uma das casas visitadas, na manhã do sábado (25), foi a da Luciana Pereira, no bairro Mathias Velho. Ela que mora com o marido e a filha recebeu os pesquisadores para a realização do testes. Luciana, que desde o início do isolamento social tem tomado todas as medidas para evitar a infecção, elogiou a iniciativa. “É importante para que possamos entender como a doença está se alastrando e também dá segurança para todos nós, ao testar um morador da casa”, disse. Durante a pesquisa, que realiza um sorteio para saber quem passará pelo exame, a filha de Luciana foi testada e teve resultado negativo. “Isso dá tranquilidade e mostra que estamos adotando as medidas corretas para ficar longe do coronavírus, estamos fazendo a nossa parte”, concluiu a mãe.
O estudo vai ter mais duas fases com o objetivo de identificar a prevalência da Covid-19, projetar a incidência de casos mais graves e até o grau de letalidade da doença. Os resultados da primeira etapa mostraram que para cada caso confirmado no Rio Grande do Sul outros quatro não são identificados pelas autoridades de saúde. Por isso, o trabalho é fundamental para guiar as políticas públicas de enfrentamento ao coronavírus. Além de Canoas, participam da pesquisa as cidades de Pelotas, Santa Maria, Uruguaiana, Ijuí, Passo Fundo, Santa Cruz do Sul, Lajeado e Porto Alegre.
Canoas recebe a terceira etapa nos dias 9 e 10 de maio. A prefeitura lembra que é fundamental que a população receba os pesquisadores para possibilitar a eficácia do estudo e ter melhores condições de tomar decisões frente à pandemia.
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