Considerada a terceira maior cheia da história de Canoas, atrás somente dos eventos climáticos de 1965 e 1941, o fenômeno deste mês de novembro ainda deixa canoenses fora de casa. Na tarde desta sexta-feira (24), 173 pessoas desalojadas seguiam recebendo algum tipo de assistência pela Prefeitura. Deste total, 33 pessoas estão no ginásio da Escola Thiago Würth, 63 no salão da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, 55 ribeirinhos da Rua da Barca instalados na ponte da BR-448. Outros 22 moradores do Paquetá estão acampados às margens da rodovia, por se negarem a deixar o local.
De acordo com a Defesa Civil, a inundação atingiu 450 residências, afetando cerca de 1,8 mil canoenses. O órgão também realizou um total de 44 ações de resgate de pessoas. O Município também decretou situação de emergência, com validade de até 180 dias.
A Praia do Paquetá, rua da Barca e Fazendinha, no bairro Mato Grande, e a região das ruas Berto Círio e Onofre Pires, no São Luís, seguem como as mais prejudicadas pela cheia do Rio dos Sinos. Há casos também de alagamentos na rua Hermes da Fonseca, no bairro Rio Branco, e na rua General Sebastião Barreto, no bairro Niterói, onde o Rio Gravataí transbordou.
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