Nesta tarde desta quarta-feira (04), a equipe do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), junto da Defesa Civil de Canoas, realizou a manutenção dos equipamentos de monitoramento pluviométrico da cidade.
Os pluviômetros automáticos, que compõem a Rede de Monitoramento Ambiental do Cemaden, foram definidos com o propósito de medir a quantidade e a intensidade das chuvas que possam deflagrar deslizamentos de terra, inundações e enxurradas, em locais estratégicos da cidade. Em Canoas, são cinco os pluviômetros instalados. Eles estão distribuídos nos bairros Rio Branco, Marechal Rondon, Brigadeira, Estância Velha e Mathias Velho.
Para o diretor da Defesa Civil, Daniel Sousa, manter esses equipamentos em bom funcionamento garantem que as respostas a incidentes sejam ainda mais rápidas. “Os pluviômetros nos fornecem informações que nos dão um norte para a prevenção em vista de temporais, permitindo que estejamos preparados e a postos para quando o risco aparecer”, destaca Sousa.
Todos os dados coletados pelos equipamentos da rede são relevantes para o acompanhamento das chuvas, em tempo real, pelos profissionais da Sala de Situação do Centro, que, juntamente com outras informações, auxiliam na análise de cenários de risco de desastres naturais e, consequentemente, na decisão pela emissão de diferentes níveis de alerta.
O projeto instalou pluviômetros em locais próximos a áreas de risco de desastres naturais, tendo sido estabelecido parcerias formais com instituições e entidades que abrigaram os equipamentos. As entidades responsáveis pela salvaguarda dos equipamentos formam uma importante rede nacional de colaboração para a redução de riscos de desastres, em conjunto com órgãos governamentais.
Jeferson de Moura, auxiliar na equipe técnica do Cemaden, explica a importância de manter esses equipamentos sempre em funcionamento. “Essas manutenções são de extrema importância para que desastres não venham a acontecer”, explica Moura.
As informações para a identificação de riscos de desastres naturais precisam ser confiáveis e disponíveis instantaneamente para monitoramento. Por isso, os pluviômetros são conectados aos servidores do Cemaden e transmitem dados acumulados de chuva, em milímetros, a cada 10 minutos, que são processados e enviados para a sede do Cemaden.
Caso não chova, o pluviômetro se conecta apenas uma vez a cada hora, enviando o acumulado de zero milímetro dos últimos 60 minutos. “A sede faz os relatórios que são enviados para a Defesa Civil do município e, conforme as informações que são coletadas das máquinas, ela informa a população”, completa Moura.
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