A Maternidade do Hospital Universitário de Canoas (HU) atende gestantes de 152 cidades do Rio Grande do Sul. A qualidade técnica e estrutural fez da instituição uma referência para gestantes de Alto Risco Obstétrico e Parto de Alto Risco.
Em média, são realizados 300 partos ao mês, tendo como prioridade o parto natural. “Somos uma das maiores maternidades do Rio Grande do Sul em volume de partos”, explica o gestor do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do HU, o médico Victor Inácio Volkweis.
Mahara Ribas Freitas, 32 anos, teve dúvidas de onde procurar atendimento. Apesar de ser moradora de Canoas, o HU não era sua primeira escolha. Mas foi para onde ela se dirigiu quando teve uma intercorrência durante a gestação. “Eu tinha receio de ir para o Hospital Universitário, pois tinha lido na internet algumas coisas sobre o atendimento de lá. Mas, o hospital e toda a equipe me surpreenderam e superaram muito minhas expectativas”, afirma.
Ela ficou internada na instituição durante 46 dias, com cuidados permanentes de uma equipe multiprofissional, tanto para ela, quanto para o bebê. Como resultado, no dia 2 de maio, Joaquim veio ao mundo saudável, em um parto sem complicações. Mãe e filho já estão em casa. “Deus só colocou pessoas boas no meu caminho durante minha trajetória dentro do HU. Só tenho a agradecer”, relata emocionada ao lembrar com carinho de toda a equipe que a atendeu.
A atenção à gestante é uma premissa da equipe. Atenção esta que Cláudia Shneider nunca vai esquecer. “Quando eu estava para ganhar meu bebê, toda a equipe estava me tranquilizando e o próprio médico segurou na minha mão e disse que tudo daria certo”, diz ao destacar a sensibilidade da equipe. “Foi muito bom ter escolhido ganhar no HU. Foi um atendimento acolhedor, passaram tranquilidade e segurança”, conta a mãe de primeira viagem.
Encaminhamento
Ao chegar na maternidade, as gestantes passam por uma triagem. No primeiro momento, são avaliadas e recebem o atendimento adequado à necessidade. “Se for o caso de internação para parto, elas são encaminhadas para o Centro Obstétrico e seguem as rotinas de trabalho de parto normal”, relata o obstetra.
Segundo o médico, o parto cesárea só é realizado quando há indicação técnica para tanto, como nos casos em que a espera pode colocar em risco tanto a vida da mãe, quanto do bebê. “Sempre se opta pelo parto normal e humanizado”, reforça Volkweis. Caso as condições clínicas indiquem que ainda não é o momento, a gestante recebe orientações da equipe e é liberada para ir para casa.
Fake news
Nos últimos dias, circularam algumas inverdades em redes sociais dizendo que casos de omissão estavam acontecendo na maternidade. Porém, a direção da instituição garante que tais informações não procedem e que acabam sendo um desserviço para a população, em momento delicado para as gestantes, que é a escolha do atendimento, e também pelo agravante da pandemia, em que os medos e incertezas estão ainda mais aflorados.
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