A Polícia Civil, Brigada Militar e a Guarda Municipal de Canoas deflagraram nesta quinta-feira (27) a Operação Deu Curto, com o objetivo de combater e repreender crimes patrimoniais de furtos de cabos e fios, que acontecem, principalmente, em escolas públicas e unidades de saúde do município. Ao todo, foram cumpridos 42 medidas cautelares, mandados de busca e apreensão de receptadores desses materiais. De acordo com informações da Polícia Civil, 5 toneladas de material foram apreendidos.
A operação tem como origem a grande demanda de ocorrências e procedimentos policiais relativos a furtos de cabos e fios, bem como o levantamento feito pela Diretoria de Inteligência e Análise Criminal da Secretaria Municipal de Segurança Pública de Canoas. Em 2020, 45% dos delitos ao patrimônio público do município tiveram como motivação o furto de cabos e fios. Esses materiais são receptados por ferros velhos, locais de reciclagem e outros estabelecimentos.
De acordo com o secretário da Segurança Pública, delegado Emerson Wendt, a integração das informações de inteligência foi essencial para a organização e a deflagração da operação. “Esse trabalho conjunto entre as forças de segurança, não apenas na parte ostensiva, mas também de qualificação dos dados é fundamental para a resolução de problemas e para o enfrentar a criminalidade. Os resultados dessa atuação estratégica já são vistos em Canoas, com a diminuição de todos os índices de violência neste quadrimestre”, destaca o delegado Emerson.
Segundo o delegado da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas (3DP), Rodrigo Caldas, em decorrência das investigações, apurou-se que a melhor forma de combater esta modalidade criminosa é atingindo os receptadores. “É uma operação que visa especificamente o crime patrimonial de furto de fios e cabos no município de Canoas, com a finalidade de repressão a tal tipo de delito. Sem receptadores, a repressão e prevenção aos furtos é inevitável”, explica.
Para o diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (2ª DPRM), delegado regional Thiago Lacerda, a operação é o reflexo positivo da continuidade do trabalho investigativo da Polícia Civil, que busca os maiores e mais importantes responsáveis pela criminalidade. “Este é um crime de grande incidência e que causa grandes prejuízos à população em geral, pois além de atingir as vítimas diretas do crime, alcança empresas concessionárias de luz e águ, consequentemente, todos os contribuintes, que têm de arcar com os custos decorrentes desses crimes”, completa o delegado Lacerda.
Operação Deu Curto
Na operação, foram utilizadas 100 viaturas e o helicóptero da Polícia Civil. Um efetivo de 94 policiais civis; 51 policiais militares e 24 guardas municipais de Canoas. Além disso, nove fiscais das Secretarias de Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Trânsito e Mobilidade. Os presos foram autuados e encaminhados ao sistema prisional.
DENÚNCIAS ANÔNIMAS DA POLÍCIA CIVIL
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DENÚNCIAS PARA A GUARDA MUNICIPAL
Pelo WhatsApp (51) 993014751, que deve ser contatado apenas pelo aplicativo e não em ligações, e pelo número 153 do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).
DENÚNCIAS PARA A BRIGADA MILITAR
Pelo 190, da Brigada Militar.
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