Estudantes de quatro escolas da rede municipal de Canoas estão participando do Projeto Idealizar: soluções tecnológicas criativas para problemas locais. O projeto é uma iniciativa do Instituto Federal do Rio Grande do Sul – Campus Canoas em parceria com a Secretaria Municipal da Educação, e tem como objetivo capacitar estudantes dos anos finais do ensino fundamental da rede pública municipal.
A iniciativa busca fomentar a visão empreendedora e inovadora dos estudantes, por meio da aplicação e implementação das tecnologias de economia 4.0 na cidade. Os estudantes participam de aulas e oficinas com foco em programação de computador, educação financeira, planilhas eletrônicas. Além de passarem por capacitação para manipulação de impressoras 3D, criação de materiais gráficos e a produção de áudios.
O projeto está em andamento desde o início de 2021 com estudantes do 8º ano das Escolas Municipais de Ensino Fundamental Paulo Freire, Paulo VI, David Canabarro e Carlos Drummond de Andrade, com previsão de conclusão no final deste ano.
A diretora da EMEF Paulo VI, Maristela Borsoi, destaca que o projeto fortaleceu o vínculo e fomentou nos estudantes oportunidades para que eles continuem buscando uma condição melhor de vida. “Somos feitos das oportunidades que acolhemos! O Projeto Idealizar nos abriu portas que nenhum outro projeto tinha aberto até então”, lembra.
Para a gestora da Casa da Avaliação Externa e representante da Secretaria Municipal da Educação no Projeto, Gabriele Bonotto, o projeto fortalece os vínculos e proporciona novas aprendizagens. “Desde o ano passado estamos acompanhando este projeto que articula o ensino baseado em perspectivas totalmente diferente da rotina diária deles e, ao mesmo tempo, articula os conhecimentos produzidos na escola”, destaca.
Estão sendo realizados encontros virtuais e presenciais nas escolas, em forma de oficinas para que os estudantes participem de forma ativa das formações. Além disso, há a divulgação dos cursos promovidos juntos ao IFRS, com a perspectiva de incentivar a continuação dos estudos ao longo do ensino médio.
De acordo com a coordenadora do projeto e professora do IFRS, Jaqueline Terezinha Martins Corrêa Rodrigues a ideia do projeto é usar um método científico para buscar soluções tecnológicas para problemas locais. “O Projeto Idealizar está no segundo ano atuando nos anos finais do ensino fundamental em 4 escolas municipais. As soluções para os problemas que propomos para os estudantes são definidas pelos próprios estudantes. A equipe como um todo está muito satisfeita com a evolução do projeto, com o retorno recebido dos estudantes e com a parceria com as escolas”.
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