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Soluções sobre obra sob viaduto da Metrovel são definidas em reunião entre Prefeitura e DNIT

Estreitamento de pista e semáforos desligados causaram transtornos aos motoristas nesta semana

Após transtornos causados ao trânsito na avenida Getúlio Vargas e arredores da BR-116, por conta das obras sob o viaduto da Metrovel, o prefeito de Canoas, Airton Souza, se reuniu, na manhã de quarta-feira (3), com engenheiros do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O objetivo foi definir soluções que amenizem eventuais problemas na região, como o estreitamento de faixas na via e o não funcionamento de dez semáforos no entorno da intervenção, de responsabilidade do órgão federal.

Por se tratar de uma melhoria realizada pelo DNIT, agentes de trânsito municipais não tiveram autorização para fazer o planejamento viário e a sinalização nos locais para evitar incômodos aos motoristas. “Buscamos essa reunião justamente para dar respostas à população, houve atrasos nos horários de ônibus, dificuldade para as ambulâncias trafegarem. Queremos diminuir o problema na mobilidade”, frisou o prefeito.

Vice-prefeito de Canoas, Rodrigo Busato ressaltou a importância da parceria entre a Prefeitura e o DNIT, embora seja uma obra federal. “Precisamos comunicar os canoenses sobre os melhores caminhos para que se minimize os transtornos”, salientou. O secretário municipal de Mobilidade de Urbana (SMMU), Thiago Moyses, informou que os servidores já estão trabalhando o mais possível para retomar o funcionamento dos semáforos. “Não medimos esforços para solucionar o problema e disponibilizamos nossos agentes para auxiliar no trânsito”.

O engenheiro do DNIT, Delmar Pellegrini Filho, garantiu que, ao final da reunião, contataria a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para autorizar oficialmente a prefeitura de Canoas para que servidores municipais possam fazer o trabalho de sinalização no entorno da obra. Segundo o departamento nacional, o problema nos semáforos se deu por conta de um rompimento de cabos antigos, concretados de forma subterrânea, e que os cabos aéreos estão intactos.

Representantes da prefeitura e do DNIT foram escolhidos para melhor a comunicação durante os trabalhos. A obra de alargamento do viaduto da Metrovel deverá durar um ano e integra o Lote 1 das melhorias operacionais e de segurança viária da BR-116.

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