A Vigilância em Saúde de Canoas fechou, na última semana, um asilo que funcionava de forma clandestina. O estabelecimento estava no bairro Rio Branco, e abrigava seis idosos que estavam em boas condições de saúde, apesar das condições precárias das instalações em que viviam. O caso chegou ao conhecimento da vigilância por meio de uma denúncia Ministério Público.
Os proprietários do asilo não apresentaram nenhum registro junto aos órgãos sanitários e também não tinham o certificado de cuidadores de idosos, dois documentos que são obrigatórios para o funcionamento de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI). Os proprietários admitiram que, há pelo menos um ano, nenhum dos residentes consultou um médico ou realizou exames, já que parte dos internos não tinha nenhum documento de identificação. Além disso, foram encontradas diversas violações sanitárias, como banheiros e roupa de cama sujos.
A ação contou com o apoio do Conselho Municipal do Idoso e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. Todos os idosos que viviam no asilo clandestino foram encaminhados às respectivas famílias. No local, também foram encontradas aves silvestres sem registro, que foram apreendidas pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Canoas.
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